segunda-feira, 31 de outubro de 2011

As TIC na escola (Susana Vieira)

A incorporação das novas tecnologias na escola e a importância e utilidade que estas podem ter na inovação da educação é um assunto cada vez mais debatido.
Segundo estudos já realizados, as tecnologias de informação e comunicação (TIC) são, nos nossos dias, um elemento constituinte do ambiente de aprendizagem. Elas podem apoiar a aprendizagem de conteúdos e o desenvolvimento de capacidades específicas, tanto através de software educacional como de ferramentas de uso corrente. Neste sentido, o professor desempenha um papel muito importante dado que deve ser ele a introduzir, incentivar, e estimular o uso das TIC na sala de aula como ferramenta de uma aprendizagem inovadora.

Elaborado por:
Ana Carina Rodrigues, nº 2043809,
Lorene Piloto Rodrigues, nº 2030709
Rui Marcelo Rodrigues, nº 2024009

AS TIC ABRINDO CAMINHO A UM NOVO PARADIGMA EDUCACIONAL

As tecnologias de informação e comunicação (TIC) são, nos nossos dias, um elemento constituinte do ambiente de aprendizagem. Elas podem apoiar a aprendizagem de conteúdos e o desenvolvimento de capacidades específicas, tanto através de software educacional como de ferramentas de uso corrente. No entanto, o uso das TIC no contexto escolar com utilização educativa/pedagógica foi um processo longo.
No paradigma fabril, as escolas tinham uma estética relativamente idêntica às fábricas e situavam-se precisamente junto das mesmas. Eram escolas onde os funcionários poderiam estudar, após trabalharem. Ali se formavam pessoas tanto para a prática profissional como para o quotidiano.
No século XX, surge a Escola Nova, com novas metodologias de ensino e que veio reformular o ensino de forma mais produtiva. Queremos com isto dizer que o novo sistema de ensino veio trazer profundas transformações a nível educativo e pedagógico.
A evolução da educação, a introdução das novas tecnologias e novas metodologias, são fundamentais para uma educação completa e coerente, formando cidadãos para que possam viver em cidadania.

Elaborado por:
Ana Carina Rodrigues, nº 2043809,
Lorene Piloto Rodrigues, nº 2030709


Referências:
Sousa J.& Fino C. (2001) – As TIC abrindo caminho a um novo paradigma educacional, in Revista Educação& Cultura Contemporânea, 5 (10), 11- 26 1º Semestre 2008. Rio de Janeiro: Universidade Estácio de Sá.

O lugar das tecnologias na formação inicial de professores: o caso da Universidade da Madeira

Tendo por base a leitura deste texto de Carlos Fino, é importante salientar e destacar o papel dos computadores quando estes começaram a aparecer e a serem utilizados nas escolas. Na continuidade do que referimos anteriormente, podemos dizer que o uso do computador na sala de aula era canalizado no sentido de melhorar a forma como os professores ensinavam, e não no sentido de, através da dinâmica, melhorar a forma como os alunos aprendiam.
Para o uso do computador e das novas tecnologias ser assumido como uma componente de maior sucesso e evolução de um ensino com qualidade era necessário criar técnicas programadas para o seu manuseamento.
Na segunda metade dos anos sessenta, um senhor chamado Seymour Papert, criador da linguagem Logo, teve um papel essencial ao debater a importância dos computadores nas escolas. A sua perspectiva consiste na criação de “uma ferramenta que, entregue aos aprendizes, potencia as suas possibilidades de aprender, independentemente do professor e do próprio currículo” (Papert, 1980, p.2).
Concluindo, através da Linguagem Logo, tinha-se como objectivo que a criança fosse capaz de explorar as tecnologias e fosse também capaz de analisar as suas capacidades de aprender, visto que o uso dos computadores tem que ser visto também como uma ferramenta didática onde a criança pode aprender de uma forma mais lúdica e dinâmica, promovendo assim também o gosto, o interesse e o desejo de aprender.


Elaborado por:
Ana Carina Rodrigues, nº 2043809,
Lorene Piloto Rodrigues, nº 2030709


Referências:
Sousa J.& Fino C. (2001) – As TIC abrindo caminho a um novo paradigma educacional, in Revista Educação& Cultura Contemporânea, 5 (10), 11- 26 1º Semestre 2008. Rio de Janeiro: Universidade Estácio de Sá.

Inovação pedagógica: significado e campo (de investigação) Carlos Nogueira Fino, DCE – UMa

III Colóquio DCE - UMa

Inovação pedagógica: significado e campo (de investigação)
Carlos Nogueira Fino, DCE – UMa

Resumo
A inovação pedagógica implica que se assumam mudanças nas práticas pedagógicas envolvendo uma posição crítica em relação às práticas pedagógicas tradicionais.
Num contexto de mudança é importante ter em conta que tanto professores como alunos sejam eles próprios agentes dessa mesma mudança. Assim fala-se em contextos de aprendizagem que vão contrastar com os tradicionais contextos de ensino.
Um contexto de aprendizagem irá implicar a figura de um professor construcionista que irá aliar o máximo de aprendizagem com o mínimo de ensino.
Isto vai de encontro a metodologia aplicada através do processo de Bolonha onde toda a actividade é centrada no estudante ao invés do professor que no ensino tradicional assume um papel único de transmissor de informação.
È necessário que se tenha em conta que a inovação pedagógica implica reflexão, criatividade, onde se revela sempre uma opção individual de cada professor.
É ainda fundamental que se perceba que actualmente a escola não se revela o local da informação, sendo que esta pode ser obtida através de casa, devido ao desenvolvimento tecnológico actual.
No entanto a escola pode constituir um campo de inovação sendo que as práticas pedagógicas ocorrem onde se reúnem pessoas que tenham o sentido de aprender ou mediar uma aprendizagem.
O Centro de Investigação em Educação da Universidade da Madeira (CIE – UMa) rege-se por uma linha de pesquisa em inovação pedagógica que pretende focar a atenção dos investigadores no sentido de compreender o que será inovação pedagógica. Esta linha de investigação está aliada aos doutoramentos e mestrados na especialidade de inovação pedagógica.
A investigação pode ser orientada por linhas bem definidas, mas estas não devem delimitar o campo permitindo que se coloquem desafios à linha de pesquisa e à definição de inovação pedagógica.
Carla Silva, n.º 2060609
Marisa Silva, n.º 2086409
Telma Vasconcelos, n.º 2016708

Inovação pedagógica: significado e campo (de investigação) Carlos Nogueira Fino, DCE-Uma

A inovação pedagógica implica mudanças qualitativas na prática pedagógicas as quais envolvem uma posição crítica face às mesmas . Khun (1962) atribui à ruptura paradigmática, a descontinuidade que a inovação pedagógica traz. Esta descontinuidade é referente ao paradigma fabril, relativamente ao espaço físico ou virtual e implica mudança na ação de aprendizes e professores. Desta forma adquirem-se contextos de aprendizagem diferentes dos que são habituais nas escolas.
A abordagem dos contextos de aprendizagem coincide com o que diz Papert no livro no livro The Children’s Machine (1993) onde salienta que um professor construcionista promove inúmeras aprendizagens com o mínimo de ensino. Esta ideia é coerente com as ideias fundamentais que justificam o processo de Bolonha, onde toda a actividade é centrada no estudante em substituição da prática tradicional em que os procedimentos se centravam na actividade do professor. Uma das ideias-chave de Papert traduz-se no facto que o aprendiz ter uma grande autonomia enquanto o professor assume um papel secundário como guia, ou assistente. Assim, a inovação pedagógica é um processo de dentro, que implica reflexão, criatividade, sentido crítico e autocrítico.
Nesta sequência e aliando o papel da tecnológia a escola deixou de ser um local onde se adquire informação, uma vez que podemos ter acesso a esta a partir das nossas casas.
Se ocorrerem na escola movimentos que substituam as velhas práticas pedagógicas por outras, a escola pode constituir-se um campo para a inovação, considerado um espaço de interacção social.
O Centro de Investigação em Educação da Universidade da Madeira, instituiu uma linha de pesquisa em inovação pedagógica. A ideia implícita nesta pesquisa é compreender o significado de inovação. Esta investigação está associada a mestrados e doutoramentos na especialidade de inovação pedagógica.


Ligia sousa
Marco Ramos
Raquel Gouveia

"Inovação Pedagógica: significado e campo (de investigação)" - Resumo

Inovação Pedagógica: significado e campo (de investigação)

A inovação pedagógica envolve um posicionamento crítico, explícito ou implícito que necessita de mudanças no que diz respeito às práticas pedagógicas tradicionais. Essas mudanças são suportadas por factores, embora não sejam deles que carece a inovação.
A inovação pedagógica é alvo de uma ruptura do paradigma fabril que sucede no espaço, físico ou virtual, onde estão presentes agentes de mudança e consiste na formação de contextos de aprendizagem como alternativa à falta de contextos de ensino. Assim, os professores têm o costume de incutir “ (…) um máximo de aprendizagem com um mínimo de ensino (…) ”, desta forma o aprendiz tende a desenvolver uma maior autonomia, em prol do papel do professor ser mais periférico, servindo apenas como assistente, guia ou agente metacognitivo. E como exemplo desta prática temos o “processo de Bolonha”.
No caso de ponderarmos as culturas escolares tradicionais, a inovação pedagógica apresenta-se como ruptura de natureza cultural, na medida em que não tem uma definição consensual, invalidando assim tradições/rotinas escolares. As práticas pedagógicas estão envolvidas na inovação, de modo a alcançar uma melhor qualidade das mesmas. A inovação não deve ser procurada nas reformas do ensino mas sim, nas reformas e nas alterações do ensino. Assim sendo, a inovação pedagógica não consiste na formação de professores, mas sim num processo individual e local que envolve reflexão, criatividade e sentido crítico e autocrítico, colidindo por vezes com o currículo.
No presente, a quantidade de informação existente é imensa, não conseguindo ser armazenada na mente de nenhum professor nem em bibliotecas, levando a escola a deixar de ser o local de informação. Com o desenvolvimento tecnológico o local de informação é incerto, podendo ser nas nossas casas, no mundo ou até na nossa vida, havendo uma interacção social como projecto de adaptação. A escola pode construir-se para a inovação se forem alteradas as velhas práticas por outras tendo essas práticas o objectivo de dar a aprender e aprender nova informação. Assim, o campo de informação pode ser caracterizado como o espaço de interacção social, tendo em conta ambientes formais e informais.

Fino, C.N. (2007). Inovação Pedagógica: Significado e campo (de investigação). In Actas do III Colóquio DCE-Uma. Funchal: Universidade da Madeira.

Joana Freitas, nº 2028609
Vanessa Costa, nº 2049409

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Comentario Podcats As TIC na Educação Pré-Escolar, de Joana Camacho

A prática educativa de qualidade pode também ser estimulada pela utilização das novas tecnologias no pré-escolar, entendidas não como um mero recurso didáctico, mas como um instrumento cultural que seja utilizado na prática pedagógica com finalidades sociais autênticas que lhe confiram significado.
As TIC engloba as formas para criar, armazenar, trocar e utilizar a informação de várias formas.
As TIC na escola promovem ambientes educativos mais dinâmicos, utilizando programas informáticos de qualidade de modo a chamar a atenção das crianças. O computador (e outros instrumentos informáticos) serve de suporte ao educador e não para o substituir, para que este não se feche no currículo tradicional.
As TIC desenvolvem várias capacidades:
• a linguagem verbal através de jogos;
• a linguagem escrita através de processadores de texto;
• conceitos matemáticos;
• capacidade de colaboração entre as crianças na utilização cooperativa do computador.
Os educadores devem ser orientadores para os seus alunos e devem deixar as crianças experimentarem, descobrirem e utilizar estes instrumentos, abrindo portas para um novo mundo e devem estimular uma interacção e cooperação produtiva entre as crianças.
Os docentes têm de ser ágeis, atentos e perspicazes para que promovam aprendizagens dinâmicas e saibam utilizar este tipo de tecnologias para inovar a sua prática.


Cláudia Gonçalves nº2029809
Mónica Gonçalves nº2049909

Inovação Pedagógica: significado e campo (de investigação) - Carlos Nogueira Fino, DCE – UMa

A Inovação Pedagógica implica essencialmente mudanças qualitativas nas práticas pedagógicas que surgem com o intuito de mudar as práticas tradicionais.
Sendo assim, a questão da inovação pedagógica vem causar uma grande ruptura a nível da escola tradicional, ou seja, o paradigma fabril é destruído pelo paradigma construtivista, na medida em que o aluno tem uma grande autonomia, e onde o professor assume um papel mais longínquo, servindo de assistente, recurso, guia, agente metacognitivo, muito mais do que de transmissor.
Por outro lado para os mais tradicionalistas a adaptação de culturas novas, vem causar grande transtorno, porém o caminho da inovação raramente passa pelo consenso.
Deste modo, inovação envolve as práticas e só pode ser entendida através de dispositivos de observação participante.
Para além disso, esta inovação não é resultado da formação de professores, e está fortemente relacionada com a reflexão, criatividade e senso crítico. Contudo, não é sinónimo de inovação tecnológica.
No que diz respeito ao campo este pode ser visto como um espaço de interacção social (ambiente formal e informal) tais como, a escola e as instalações educativas, na medida em que o aluno é um aprendiz e o professor desempenha um papel periférico.

Mary Faria.
Sara Monteiro.

Referências: Fino, C. N. (2007). Inovação Pedagógica: Significado e Campo (de investigação). In Actas do III Colóquio DCE-UMa. Funchal: Universidade da Madeira.

Resumo do documento: Inovação Pedagógica: significado e campo (de investigação)

Carlos Nogueira Fino

            Segundo Fino, o significado da inovação pedagógica quando incluída nas práticas educativas, gera mudanças educativas, assumindo uma posição crítica, nítida ou subentendida. O confronto entre o paradigma fabril e a inovação pedagógica demonstra as grandes diferenças inerentes no que se refere ao contexto de ensino. No paradigma fabril, o método de ensino centrava-se num dado espaço (físico ou virtual) e nos agentes de mudança (aprendizes e professores), negando a possibilidade da introdução de novos métodos de ensino-aprendizagem e submetendo o aluno a um papel passivo. Numa nova perspectiva e segundo Papert (1993), o professor assume um papel construcionista incutindo no aluno o máximo de aprendizagens e diminuindo os momentos de ensino formal. Neste processo o aluno assume uma função autónoma e activa nas suas aprendizagens, sendo o actor principal do processo educativo, enquanto que o professor assume uma função mais periférica.
            A inovação pedagógica pode assumir duas vertentes: a de ruptura com a natureza cultural (tendo como base as culturas escolares tradicionais) e a de abertura para as novas culturas emergentes (sendo estranhas aos olhares tradicionais).  Esta não deve ser procurada na transição das alterações escolares, mas sim ter em conta mudanças qualitativas na prática pedagógica. A inovação não se centra apenas dentro da escola, mas engloba o meio envolvente (comunidade e família), promovendo momentos de reflexão, criatividade e sentido crítico.
            No que se refere ao campo, a escola deixou de ser o pólo centralizador da informação, passando esta a ser difundida através do meio tecnológico, podendo ser acedido a partir das nossas próprias casas. O mundo passou a ser um campo de informação e a escola o campo da inovação. A interacção social é um fenómeno secundário, mas surge como factor gerador de aprendizagem, podendo ser desenvolvida e praticada em ambientes formais ou informais.
            A investigação sobre a inovação pedagógica desenvolve-se segundo dois movimentos antagónicos: o centrípeto quando a exploração do conceito é efectuada a partir de estudos de diferentes temáticas educacionais e o centrífugo quando a exploração do conceito determina a observação nos diferentes estudos.
             
Andreia Olival nº2045009
Isabel Vasconcelos nº2013609 

Inovação Pedagógica

O conceito de inovação pedagógica reside na mudança de um paradigma, para a criação de contextos alternativos de aprendizagem, diferentes dos que até agora estavam implantados nas escolas. Tal como refere Papert (1993), os professores construcionistas tentam dar o máximo de aprendizagem aos alunos com o mínimo de ensino, ou seja, tentam fomentar espaços em que os próprios alunos procuram e constroem o seu próprio conhecimento. É difícil definir inovação pedagógica perante as culturas escolares tradicionais enraizadas, mas de certo modo é esta heterodoxia que nos permite ir ultrapassando os paradigmas que vão contra a aprendizagem autónoma dos alunos e confrontando os tradicionalistas com alternativas e práticas inesperadas, visando alcançar uma aprendizagem mais sistemática e liberal. A inovação só pode ser entendida se observada de forma participada, de modo a entender os acontecimentos de dentro, implicando reflexão, criatividade, sentido critico e autocrítico. Embora muitas das vezes seja complicado dar a volta ao currículo visto que o professor tem uma liberdade mas uma liberdade condicionada.
No que respeita ao campo pedagógico, hoje em dia, com o desenvolvimento tecnológico é mais fácil aceder ao conhecimento, visto haver muita quantidade de informação, acessível a todos, para além do ambiente escolar. As práticas pedagógicas nas escolas devem ser uma preparação para a vida na qual estamos sempre aprender e à procura de conhecimento para melhor nos adaptarmos. A inovação pedagógica passa por um ensino horizontal que substitua as antigas práticas pedagógicas dando lugar a um novo ensino em que os professores medeiam a aprendizagem dos alunos e aprendem em conjunto com eles. Os alunos passam a ter um papel activo em vez de passivo. O campo de inovação como interacção social permite ambientes de aprendizagem formais (escola) e informais, em que o professor tem um papel mais periférico, deixando os seus aprendizados demonstrarem o seu interesse. Os alunos vão à procura de aprendizagem em ambientes informais para completar as lacunas dos ambientes formais.
Fino, C.N. . Inovação pedagógica: significado e campo (de investigação). Funchal:Uma
Publicado por: Ana Olim e Sandra Correia

A inovação pedagógica: significado e campo (de investigação) - Carlos Nogueira Fino, DCE-UMa

A inovação pedagógica é uma temática que tem vindo a ser estudada, por diferentes investigadores em Universidades Brasileiras e na nossa universidade, tendo como intuito defini-la, promovê-la e incitar à prática.
Define-se como uma mudança qualitativa na prática pedagógica, rompendo com as práticas pedagógicas tradicionais, criando contextos de aprendizagem em que o aluno é autónomo no seu processo de aprendizagem, desenvolvendo as suas capacidades cognitivas tendo como professor inovador um guia nesse processo. Esta autonomia do aluno, reflecte-se, por exemplo, no processo de Bolonha, promovendo “ (…) o máximo de aprendizagem com um mínimo de ensino (…) ” criando “ (…) contextos “ricos em nutrientes cognitivos””, ideia defendida por Papert, indo ao encontro do paradigma construtivista.
A inovação pedagógica não é um conceito inerente à inovação tecnológica, mas sim à criação de culturas novas em que a inovação seja inesperada e que esbarre muitas vezes com o currículo. Uma inovação que provoque mudança nas práticas pedagógicas, estudando-as através da observação participante, em que a reflexão, a criatividade, sentido crítico e autocrítico bem como a boa formação dos docentes é fundamental.
Ao longo de décadas, esta inovação não foi possível, pela implementação de um sistema educativo top down em que o professor estava no topo da hierarquia e os alunos eram meros receptores da informação, em que as interacções sociais eram desencorajadas e punidas. Actualmente, as práticas pedagógicas só existem quando há união de pessoas, umas que tenham o propósito de aprender e outras, o propósito de facilitar ou mediar a aprendizagem, substituindo o locus da informação, da escola para o mundo e a vida, em que a interacção social é a ponte para esse processo. Assim sendo, o campo da inovação é o grande espaço dessa interacção social subdivido em ambientes formais e informais. Dois ambientes transversais, já que complementam-se e indicam o que deve ser melhorado, ou seja, os ambientes informais dão as respostas necessárias para superar os dilemas ligados aos agentes do processo educativo, desenvolvidos nos ambientes formais como a escola.
Com a preocupação do processo educativo e da sua inovação, tem-se desenvolvido uma linha de pesquisa, tendo por base a consciência da situação de erosão da escola formal e da sua necessidade de a conter, compreendendo a inovação em termos conceptuais e locais, procurando a promoção, renovação e implementação da inovação pedagógica, no contexto educativo.

Carla Lourenço, nº 2015009
Cátia Rosário, nº 2042509





Referências:
Fino, C. N. (2007). Inovação Pedagógica: Significado e Campo (de investigação). In Actas do III Colóquio DCE-UMa. Funchal: Universidade da Madeira.

Comentário ao pod cast: As Tie na Escola de Susana Vieira

Comentário ao pod cast: As Tie na Escola de Susana Vieira

O podcast As Tie na Escola refere-se à importância da incorporação das novas tecnologias em ambiente educativo. Susana Vieira, após várias pesquisas salienta que a inserção das tie em ambiente escolar são fundamentais para o desenvolvimento do saber dos alunos, preparando-os assim para uma melhor resolução de possíveis problemas.
Com a incorporação destas novas tecnologias, o aluno pode participar activamente no contexto educativo através das suas próprias pesquisas, deixando assim de ser apenas o receptor da informação. O aluno poderá fazer as suas investigações individualmente ou em grupo, no entanto a autora defende que a segunda forma de pesquisa será mais enriquecedora. Desta forma o professor terá um papel fundamental, pois terá de os orientar e incentivar para tal.
Com isto, verifica-se a importância das teorias construtivistas na educação, pois sem elas o conhecimento permanecia estático e só tinha importância o transmitir de matéria.
Para que as tecnologias sejam utilizadas de forma útil, o professor tem de receber formação adequada na área, assim como mostrar-se mais receptível a esta nova evolução.

Referências:
http://soundcloud.com/susana-vieira/as-tic-na-escola-susana-vieira

Carla Romão nº 2039508
Fátima Andrade nº 2050009

domingo, 23 de outubro de 2011

Podcast Temos o mundo inteiro no nosso quintal de Paulo Elias - Tecnologia na Educação no Brasil

O podcast Temos o mundo inteiro no nosso quintal refere-se ao uso da tecnologia no Brasil. Paulo Elias aborda, tendo em conta uma pesquisa do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e Comunicação, o uso da tecnologia na Educação Brasileira.
Este podcast refere as dificuldades do uso da tecnologia no contexto escolar: limitações quanto ao material informático (computador por aluno), manutenção inexistente, programas desactualizados e a falta de formação dos professores. Uma das grandes dificuldades é mesmo a formação dos professores, que optam por práticas pedagógicas antiquadas, excluindo uma utilização efectiva do computador e da internet como forma de aprendizagem dinâmica, deixando o seu uso limitado às aulas de Informática.
Com a referência às dificuldades de implementação da tecnologia no processo educativo, nas salas de aula, Paulo Elias destaca a importância do uso das tecnologias para a criança e para os jovens, em momentos de pesquisa, debates e de formação pessoal.
Acabando por referir um baixo uso das tecnologias no Brasil.
Assim seleccionamos e recomendamos este podcast porque aponta os dois lados da tecnologia na educação, as dificuldades de implementação no contexto educativo e a importância desta implementação como dinamismo e fonte de aprendizagem e formação pessoal. Além disso, a nossa selecção recaiu sobre este podcast porque embora limite-se ao Brasil, é uma realidade que aplicável a Portugal, servindo assim como alerta para a mudança na pedagogia portuguesa.

http://www.octogonal.com.br/tiemfoco/?p=episode&name=2011-09-08_boletim_080911.mp3


Carla Filipa Lourenço, Nº 2015009
Cátia Rosário, Nº 2042509

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Comentário ao texto: "As TIC abrindo caminho a um novo Paradigma Educacional"

No auge da Revolução Industrial surgiu um paradigma fabril. Nele destaca-se um ensino particularmente tradicional, cujo objectivo seria moldar os alunos consoante os mesmos métodos de uma fábrica, sendo esta a razão principal da comparação entre a escola e uma fábrica.
Com a introdução das TIC na educação entendeu-se que o computador poderia substituir o professor, uma vez que os programas possivelmente ensinariam da mesma forma. No entanto com a introdução do paradigma construtivista, percebeu-se que o paradigma fabril não seria o mais eficiente, pois o ensino-aprendizagem não poderia ser feito apenas de uma forma, sendo assim, indispensável deixar espaço de manobra ao aprendiz. Tendo em conta este pensamento, inventaram-se os tutoriais inteligentes , onde se entendia o nível do utilizador, a forma como este utiliza a informação possibilitando assim diferentes tipos de respostas.
Em suma, é essencial dizer que deve haver uma mudança de paradigma, de um ensino instrucionista para um ensino construtivista, onde o professor entregue as ferramentas ao aprendiz, para que ele próprio desenvolva a sua metacognição, sendo este um aspecto fulcral para que o aluno seja capaz de construir a sua autonomia.


Andreia Ascensão nº 2945909
Yenny Ferreira nº2046009


Referências: Sousa, J. & Fino, C. (2001) in As TIC Abrindo a um novo Paradigma Educacional, in Revista Educação & cultua contemporânea, 5 8109, 11-26 1\ semestre 2008. Rio de Janeiro.

Comentário ao texto: “O lugar das tecnologias na formação inicial de professores: o caso da Universidade da Madeira.”

Uma vez que as novas tecnologias de informação estão presentes no nosso quotidiano é fundamental que o professor, tendo em conta que o computador não é apenas um instrumento de ensino, forneça aos seus alunos ferramentas que lhes possibilitem uma aprendizagem autónoma, deixando assim de parte o conceito de professor como um mero transmissor de conhecimentos e do aluno como um ser passivo.
No entanto uma das grandes dificuldades com que os professores se deparam é o facto de não terem formação nesta área e de certo modo se sentirem inferiorizados pelos nativos digitais.
Deste modo é necessário que os professores invistam nesta área e se apercebam que a aprendizagem pode ser feita de professor-aluno mas também de aluno-professor.

Andreia Ascensão nº 2945909
Yenny Ferreira nº2046009

Referências: Fino, C.N (2001) O lugar das tecnologias na formação inicial de professores: o caso da Universidade da Madeira.

podcast sobre "Tecnologia da informacão na educação" por Caemen Reis

Recomendamos o pod cast que se segue para qualquer pessoa que se interesse pelas novas tecnologias e a sua integração no contexto escolar. Aborda a importância da tecnologia na educação dando mais relevo à utilização da Internet como forma de aprendizagem, tendo sempre em atenção que a informação que esta contém deve ser seleccionada, analisando a sua veracidade e adequação a quem a está a utilizar. As novas tecnologias têm o poder de transformar a vida em comunidade e facilitar o acesso a informação.

http://www.youtube.com/watch?v=ysBAMbZAWQ4

Ana Olim e Sandra Correia

Tecnologias Na Educação

Tecnologias Na Educação

Assistam porque é de fácil entendimento e interpretação, e divertido!

Consulte aqui o podcast

Desenvolver as Tecnologias na Educação é transformar a Educação! As tecnologias podem ser utilizadas como uma ferramenta educativa nas salas de aula, permitindo ao professor desenvolver um ambiente culturalmente rico, beneficiando as aprendizagens de um modo interactivo, divertido, dinâmico!

Andreia Nepomuceno nº 2010309 e Andreia Neves nº2010709.

Paula Alves & Tatiana Camacho

Comentando o podcast “O ensino e aprendizagem das TIC no Ensino Básico”, by Joana Silva


Escolhemos o podcast intitulado “O ensino e aprendizagem das TIC no Ensino Básico, da aluna Joana Silva, pois achamos que esta focalizou uma ideia fulcral, que é-nos transmitida nas aulas de TIE. Tal como a aluna referiu, somos da opinião que, as TIC no Ensino Básico têm um papel importante, na media em que, fomenta no aluno a capacidade de comunicar ideias e expressões através do processamento de texto; pesquisar e interpretar informações ou dados; desenvolver aspectos criativos e estéticos. É de realçar, a relevância que a aluna deu à teoria construtivista do ensino-aprendizagem segundo Piaget, em que o aluno constrói o próprio conhecimento, e à teoria construcionista segundo Pepper e Vigotsky, onde o primeiro referia que o computador era uma ferramenta que deveria ser controlada pelas crianças e, o último, dizia que o papel do professor era ajudar o aluno, proporcionando apoios e recursos. Por fim, a aluna abordou dois tipos de Softwares, o instrucionista e o construcionista, em que o primeiro irá permitir que o aluno tenha conhecimento de alguns programas instrucionistas. No Software construcionista, a criança toma partido de programas que irão potencializar a criação, a inovação e a exploração.


Referências:
http://soundcloud.com/joana-camacho/o-ensino-e-aprendizagem-das-tic-no-ensino-b-sico-joana-silva

Publicador por: Paula Alves, nº2047009 & Tatiana Camacho, nº2024809.

Comentário ao podcast “Contributo de Seymor Papert na educação”

Esta aluna aborda o contributo que Seymor Papert tem na educação e como é que a tecnologia pode modificar a aprendizagem.
Papert não defende que as TIC estejam estritamente ligadas com o currículo, pois as crianças aprendem melhor através de explorações ao acaso e não seguindo um modelo rígido. Defende sim o construtivismo onde a aprendizagem deve ser uma construção de conhecimentos que possibilitem a sua utilização em qualquer situação, ou seja, defende que temos de dar liberdade à criança para que ela própria possa construir o seu conhecimento. No entanto, é necessário que o professor tenha em conta que esta liberdade seja controlada.
Propõe também que a escola deve estar baseada numa ideia que é o aprender fazendo. Assim, as matérias leccionadas que muitas vezes as crianças não gostam podem tornar-se mais compreensíveis.
Em suma, é muito importante, que tanto o professor como o aluno estejam em contacto com as TIC e que também se acompanhe a sua evolução (das TIC). Sendo essencial colocar a tecnologia ao serviço da mudança, ou seja, passar de um paradigma instrucionista para o paradigma construcionista em que o professor passa assim, de um instrutor a um orientador da aprendizagem.


Andreia Ascensão nº2045909
Yenny Ferreira nº2046009

Referências: http://edutecinova.blogspot.com/
http://soundcloud.com/user5948233/o-contributo-de-seymour-papert-na-educa-o

Poscast – TIC na Educação Pré-escolar by Joana Camacho

Poscast – TIC na Educação Pré-escolar by Joana Camacho
O objectivo das TIC na Educação Pré-escolar é construir uma nova forma de literacia, isto é, tal como todas as crianças têm o direito de saber ler e escrever, as mesmas têm o direito de se tornarem competentes na utilização das TIC.
Outro dos objectivos é conseguir que a criança veja as tecnologias como ponto de interesse, que nela encontre desafios e segurança nas suas competências, também a possibilidade de desenvolver-se de forma criativa, motivando-a cognitiva, social e emocionalmente.
Desta forma, as TIC na Educação Pré-escolar devem proporcionar à criança as experiências iniciais para compreender, mais tarde, as tecnologias.
Assim, as TIC devem ser entendidas como uma ferramenta para a aprendizagem inicial da criança. Neste mesmo sentido, cabe ao educador a capacidade de integrar as TIC de forma criativa em todas as actividades e conteúdos a desenvolver na Educação Pré-escolar, ensinando à criança a utilizar as tecnologias como uma ferramenta de comunicação e informação. Esta ideia inovadora opõe-se ao pensamento de que as novas tecnologias são uma desvantagem para o trabalho do educador, assim sendo, as TIC na Educação Pré-escolar transformam-se numa ferramenta de ensino que aumenta a qualidade do seu trabalho.
Mary Faria.
Sara Monteiro
Referências:
http://edutecinova.blogspot.com/
http://soundcloud.com/joana-camacho/tic-na-educa-o-pr-escolar-joana-camacho